sol
Dias luminosos e quentes, à beira mar,
sol de inverno, ocaso vespertino,
companhia, conversa,
pequenos segredos de dias azuis.
Dias luminosos e quentes, à beira mar,
sol de inverno, ocaso vespertino,
companhia, conversa,
pequenos segredos de dias azuis.
Posted by contradições at 7:14 p.m. 0 comments
nestes dias, entre o «riso e o esquecimento», pulsam os sentidos, marcando todos os segundos.
sempre o tempo...
Posted by contradições at 7:30 p.m. 0 comments
" OS COBARDES MORREM MUITAS VEZES ANTES DE MORRER"
Shakespere
Posted by contradições at 9:41 p.m. 0 comments
gost on wire, Julie Morstad
brincando aos equilibristas, sento-me no arame...
pendo para um lado ou para o outro?
atiro as pedras ao rio,
levanto-me e sigo.
Posted by contradições at 6:26 p.m. 0 comments
You can compliment me on the style of my hair
Give me marks out of ten for the clothes I wear
You probably thought I had more upstairs I disappoint you,
I can see through your perfect smile
He likes to read books written for girls
Prides himself on being a man of the world
It’s in the darkest places he gets his thrills
He will disappoint you, if you see through his perfect smile
Chorus
I think separation is ok
You’re no star to guide me anyway
You only wanted me to play the fool
Play by your rule
Now my door has swollen from the rain
God knows we’ll never see her face again
People get shattered in many ways
They can disappoint you if you see through their perfect smiles
Chorus
I think separation is ok
You’re no star to guide me anyway
You only wanted me to play the fool
Play by your rule
Camera Obscura
Posted by contradições at 3:00 p.m. 0 comments

Difícil dificuldade de facultar um tempo impossível de alcançar: segundos, minutos, horas, dias, meses, anos, vidas...
Posted by contradições at 9:33 p.m. 0 comments
David Bowie - Let's Dance
Posted by contradições at 7:49 p.m. 0 comments
Um Carnaval
Vem ao baile vem ao baile
Pelo braço ou pelo nariz
Vem ao baile vem ao baile
E vais ver como te ris
Deixa a tristeza roer
As unhas de desespero
Deixa a verdade e o erro
Deixa tudo vem beber
Vem ao baile das palavras
Que se beijam desenlaçam
Palavras que ficam passam
Como a chuva nas vidraças
Vem ao baile oh tens de vir
E perder – te nos espelhos
Há outros muito mais velhos
Que ainda sabem sorrir
Vem ao baile da loucura
Vem desfazer – te do corpo
E quando caíres de borco
A tua alma é mais pura
Vem ao baile vem ao baile
Pelo chão ou pelo ar
Vem ao baile baile baile
E vais ver o que é bailar.
Alexandre O’ Neill
Dançar, dançar até cair e rir e sorrir
Mesmo que no dia seguinte pese o mundo nas nossas costas
Pelos momentos alienados repletos e completos
Vale…tudo… vale…
Posted by contradições at 7:37 p.m. 0 comments
Algures num bar, bebendo café:
"Servir? Eu não sirvo... Isso fez a minha avó quando veio do Algarve para aqui ( capital) !
Eu ATENDO!!!!"
A semântica, ai... a semântica...
Posted by contradições at 5:56 p.m. 0 comments
Cá estamos...
Nova casa, novas rotinas...
O novo transforma-se rapidamente em velho...
Agora há muitas luzes ao fundo do túnel, mas este já não é uma alameda de árvores, nem as luzes são metáforas de nada...
Agora há muita gente, há muitos carros, há tanta oferta...mas a procura é maior ainda...
Agora estou aqui sentada a olhar as luzes...
Elas não se apagam e ninguém descansa.
Posted by contradições at 9:09 p.m. 0 comments
Estava enganada...
A chuva continua a cair e sim passou mais uma semana...
Porém a rotina quebrou-se...
Começam, portanto, as mudanças, qual tartaruga carregando sua casa.
Posted by contradições at 2:02 p.m. 0 comments
Mais um dia de chuva, mais uma semana, mais um fim- de- semana...
A rotina instala-se...
Posted by contradições at 6:06 p.m. 0 comments
Posted by contradições at 4:51 p.m. 0 comments
Que bem conheço a espera e o seu lanço!
Ao princípio é a cadeira e o balanço,
o uísque, livro, fumo azul no ar.
É a espera projecto de esperar.
Um desenterrato rói esse tabique
e sobre o tempo-antes uma fresta
se abre-fecha para maior abrir-se.
O tempo- agora já se desespessa
e o tempo-antes cresce. Qual balanço,
uísque, livro, fumo azul - a espera!
Adulterado tempo-agora, avanço
da paixão em demência que acelera
por ilusório tempo: o de abolir,
contigo hoje, o antes e o porvir.
Alexandre O' Neill
Posted by contradições at 1:02 p.m. 0 comments
Posted by contradições at 7:02 p.m. 0 comments