quarta-feira, novembro 29, 2006

sol

Dias luminosos e quentes, à beira mar,
sol de inverno, ocaso vespertino,
companhia, conversa,
pequenos segredos de dias azuis.

terça-feira, novembro 28, 2006

nestes dias, entre o «riso e o esquecimento», pulsam os sentidos, marcando todos os segundos.
sempre o tempo...

domingo, novembro 26, 2006

" OS COBARDES MORREM MUITAS VEZES ANTES DE MORRER"

Shakespere

quarta-feira, novembro 22, 2006

Na corda bamba

gost on wire, Julie Morstad


brincando aos equilibristas, sento-me no arame...
pendo para um lado ou para o outro?
atiro as pedras ao rio,
levanto-me e sigo.


domingo, novembro 19, 2006

...

And now what?

quarta-feira, novembro 15, 2006

Nostalgias, melancolias e outras que tais

Books Written For Girls

You can compliment me on the style of my hair

Give me marks out of ten for the clothes I wear

You probably thought I had more upstairs I disappoint you,

I can see through your perfect smile

He likes to read books written for girls

Prides himself on being a man of the world

It’s in the darkest places he gets his thrills

He will disappoint you, if you see through his perfect smile


Chorus


I think separation is ok

You’re no star to guide me anyway

You only wanted me to play the fool

Play by your rule

Now my door has swollen from the rain

God knows we’ll never see her face again

People get shattered in many ways

They can disappoint you if you see through their perfect smiles


Chorus


I think separation is ok

You’re no star to guide me anyway

You only wanted me to play the fool

Play by your rule

Camera Obscura

Relíquias



domingo, novembro 12, 2006

Tempo


Difícil dificuldade de facultar um tempo impossível de alcançar: segundos, minutos, horas, dias, meses, anos, vidas...

sábado, novembro 11, 2006

Onde estão os sapatos vermelhos?

David Bowie - Let's Dance

Noites mais ou menos longas

Um Carnaval

Vem ao baile vem ao baile
Pelo braço ou pelo nariz
Vem ao baile vem ao baile
E vais ver como te ris

Deixa a tristeza roer
As unhas de desespero
Deixa a verdade e o erro
Deixa tudo vem beber

Vem ao baile das palavras
Que se beijam desenlaçam
Palavras que ficam passam
Como a chuva nas vidraças

Vem ao baile oh tens de vir
E perder – te nos espelhos
Há outros muito mais velhos
Que ainda sabem sorrir

Vem ao baile da loucura
Vem desfazer – te do corpo
E quando caíres de borco
A tua alma é mais pura

Vem ao baile vem ao baile
Pelo chão ou pelo ar
Vem ao baile baile baile
E vais ver o que é bailar.

Alexandre O’ Neill

Dançar, dançar até cair e rir e sorrir
Mesmo que no dia seguinte pese o mundo nas nossas costas
Pelos momentos alienados repletos e completos
Vale…tudo… vale…

quinta-feira, novembro 09, 2006

Conversas matinais

Algures num bar, bebendo café:


"Servir? Eu não sirvo... Isso fez a minha avó quando veio do Algarve para aqui ( capital) !
Eu ATENDO!!!!"

A semântica, ai... a semântica...

terça-feira, novembro 07, 2006

Luzes

Cá estamos...
Nova casa, novas rotinas...
O novo transforma-se rapidamente em velho...
Agora há muitas luzes ao fundo do túnel, mas este já não é uma alameda de árvores, nem as luzes são metáforas de nada...
Agora há muita gente, há muitos carros, há tanta oferta...mas a procura é maior ainda...
Agora estou aqui sentada a olhar as luzes...
Elas não se apagam e ninguém descansa.

sábado, novembro 04, 2006

Mudanças

Estava enganada...
A chuva continua a cair e sim passou mais uma semana...
Porém a rotina quebrou-se...
Começam, portanto, as mudanças, qual tartaruga carregando sua casa.

sexta-feira, novembro 03, 2006

Chuva...

Mais um dia de chuva, mais uma semana, mais um fim- de- semana...
A rotina instala-se...

quinta-feira, novembro 02, 2006

Ao fundo do túnel...

Henry Cartier Bresson http://www.zona10.com

Soneto da espera

Que bem conheço a espera e o seu lanço!
Ao princípio é a cadeira e o balanço,
o uísque, livro, fumo azul no ar.
É a espera projecto de esperar.

Um desenterrato rói esse tabique
e sobre o tempo-antes uma fresta
se abre-fecha para maior abrir-se.
O tempo- agora já se desespessa

e o tempo-antes cresce. Qual balanço,
uísque, livro, fumo azul - a espera!
Adulterado tempo-agora, avanço
da paixão em demência que acelera

por ilusório tempo: o de abolir,
contigo hoje, o antes e o porvir.
Alexandre O' Neill

quarta-feira, novembro 01, 2006

A curiosidade matou o gato

Finalmente cedi, vamos ver no que vai dar...